quarta-feira, 11 de junho de 2014

EM 30 DIAS, DOIS POSTOS DE GASOLINA, DA MESMA REDE, SÃO ASSALTADOS 12 VEZES

 
Quando não é um, é outro.
A bandidagem não dar sossego a uma rede de postos que tem um estabelecido na Avenida Juscelino Kubitscheck (Bairro Presidente Médici) e outro no contorno do Cruzeiro.
Em 30 dias foram 12 assaltos aos postos.
Em 30 dias foram quase “10.000 reais” roubados.
Os bandidos chegam em motos, armados, a pé e atrevidos.
Não importa a quantia roubada.
Mas, nesta quarta-feira (11/06), por exemplo, em um dos postos, uma dupla levou “400 reais”. 

FOI POR POUCO: PM AGE E EVITA “LINCHAMENTO” DE INOCENTES

 
18h00 desta quarta-feira (11/06): a polícia militar (3ªCIPM) em Boqueirão foi informada de um rapto.
Um músico de 39 anos teria raptado uma adolescente de 15, e a levou para Queimadas.
A polícia  interceptou o carro onde estaria a adolescente.
Ela disse que aos PMs que não se tratava de rapto, pois o condutor do carro era seu “marido”.
O caso foi parar no Conselho Tutelar.
Após uma “reunião”, nada se constatou.
O homem foi orientado a voltar para a casa dele e a menor para os seus pais.
A Comarca de Boqueirão vai decidir sobre o caso.
No dia anterior (10), uma situação semelhante:
Uma menina de 11 anos não voltou para a casa após sair da escola.
O pai procurou a PM informando que ela havia sido raptada e se encontrava na casa de um provável “estuprador”.
Resultado: a PM constatou que a menina foi “atrás” de um jovem de 18 anos e não houve nenhuma atitude dele que caracterizasse assédio ou violência sexual
O rapaz foi orientado a registrar o caso na delegacia para se resguardar de qualquer acusação.
Nos dois casos, graças a ação dos PMs,  não aconteceu uma execução pública irresponsável.

HOMEM ACUSADO DE MATAR CUNHADO EM CAMPINA GRANDE ESTÁ PRESO

("PC": Preso pela morte de Raniel)
Raniel Mota Souto, o “PC”, de 18 anos, foi preso na manhã desta quarta-feira (11/06) no Bairro José Pinheiro, em Campina Grande, em cumprimento a um Mandado Judicial.
Ele é acusado da morte do cunhado, Aleksandro Aires de Oliveira,  de 17.
O crime aconteceu na noite de 13 de abril, na Travessa Silva Jardim.
A equipe do delegado Antônio Lopes descobriu que uma dívida de “250 reais” pode ter sido um dos motivos da morte do adolescente.
Aleksandro foi morto com três tiros de revólver na cabeça.
Além de Raniel, outro homem está envolvido no crime: trata-se de João Batista, o “Shin”, que já é considerado foragido.
("Shin": Foragido)
O delegado  disse que a vítima comprou um aparelho de som a “PC” por “400 reais”, pagou “150” e ficou devendo “250 reais”.
O adolescente estava sentado numa calçada, ao lado da companheira (outra menor), quando foi surpreendido pelos os acusados numa motoneta.
Na casa de “PC” foram encontrados duas balanças de precisão, maconha e uma “lista com nomes”.
Os dois autores foram reconhecidos por testemunhas.

CRIME ESCLARECIDO: POLÍCIA ELUCIDA MORTE DE JOVEM NA RAMADINHA

(Wilson: morte esclarecida; jovem tinha 22 anos)

A polícia civil em Campina Grande elucidou o crime de morte de que foi vítima Wilson David Sales Neto, 22 anos.
O homicídio aconteceu na noite de 1º de abril, na Rua Marinaldo Batista Filho, na Ramadinha “2”, em Campina Grande.
Os acusados são um adolescente de 17 anos, que foi apreendido mediante determinação da Justiça (que acatou uma solicitação de Internação Provisória da delegada Maíra Roberta) e Kevin Pierre Alves Rodrigues, de 18 anos, que foi assassinado a tiros na noite de 21 de maio, também na Ramadinha.
AS INFORMAÇÕES SOBRE O DESFECHO DA MORTE DE WILSON FORAM REPASSADAS PELA DELEGADA MAÍRA ROBERTA.
O motivo da morte do jovem, ainda de acordo Maíra, seria uma dívida por causa de droga.
Wilson, como confirmou a própria mãe, era apenas usuário.
Na noite em que foi assassinado ele trafegava em uma moto quando os assassinos que estavam em outra moto, o seguiram e efetuaram os disparos.

A MORTE DE KEVIN PIERRE (O OUTRO ACUSADO)
Kevin Pierre Alves Rodrigues foi morto com cinco tiros de revólver no peito e no rosto.
Ele morava na Rua Marinaldo Batista Filho.
De acordo com a delegada Tatiana Barros, que investiga o homicídio, tudo aconteceu por causa de 100 reais que desapareceu da casa do suspeito, conhecido por JOSENILDO, e Kevin foi acusado.
Só que a vítima teria devolvido a quantia, mas o Josenildo não perdoou.
Na noite do crime, Kevin estava sentado numa calçada, poucos metros de distância da casa do acusado, que de maneira fria atirou por várias vezes.
O acusado ainda está foragido.
Segundo a delegada, a vítima estava de viagem marcada para São Paulo, por causa de ameaças.
“A passagem foi comprada poucas horas antes do homicídio”.

CRIME DO CASAL NO CATOLÉ: DELEGADA JÁ OUVIU 65 PESSOAS E PEDE MAIS PRAZO PARA AS INVESTIGAÇÕES

A delegada Tatiana Barros que preside as investigações sobre a morte do casal Washington Menezes e Lúcia Santana, disse na tarde desta quarta-feira (11/06) por telefone, ao renatodiniz.com que já ouviu o depoimento de 65 pessoas.
“Foram ouvidos familiares, amigos, sócios entre outros”.
O prazo para as oitivas se estenderia até o dia 13 de junho (sexta-feira).
Perguntada se ele pediria mais prazo para concluir o inquérito, a policial foi enfática: “pedi sim, pedi dilação hoje (10) à Justiça e certamente terei o pedido atendido, e, diga-se de passagem: é o segundo pedido de dilação que solicito”.
(Tatiana Barros: 65 pessoas ouvidas)
Questionada sobre a pressão e cobrança da sociedade sobre o desfecho do caso, disse Tatiana: “as pressões aparecem de todos os lados, a cobrança aparece de todos os lados, mas tenho a responsabilidade de conduzir uma investigação pautada em provas. Estamos chegando ao que todos buscam, mas não é algo tão fácil assim”.
Por fim a delegada afirmou que “neste duplo homicídio eu não posso descartar a participação de ninguém”.
O CRIME
O professor/empresário Washington Menezes e a mulher dele, a contadora Lúcia Santana, foram assassinados com tiros na nunca,  na noite de  29 de março, quando se preparavam para entrar no carro, após de saírem de uma festa de casamento, onde foram padrinhos.
O duplo homicídio aconteceu em uma casa de festas na Rua Manoel Alves de Oliveira no bairro Catolé em Campina Grande.