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sexta-feira, 3 de abril de 2015

“SOU ADOTADA E QUERO MUITO ENCONTRAR MEUS PAIS BIOLÓGICOS”, DIZ MULHER. OS PAIS MORAM EM CAMPINA GRANDE

“Renato Diniz: meu nome é Andréa Vasconcellos Barbosa  estou a procura de meus pais biológicos. Dê uma olhada no meu perfil e leia a minha história”.
Isto foi o que Andréa postou na minha “caixa de mensagem” no Facebook, às 20h05 desta sexta-feira (03/04).
Ela tem 39 anos e mora no Rio de Janeiro.
Depois de muita procura foi informada de que seus pais estão em Campina Grande.

Andréa também escreveu na página dela: “venho agradecer as pessoas que estão compartilhando a minha história. Continuem, por favor, tem uma pessoa que esta me ajudando e levou a minha história para uma rádio de Campina Grande e disse que eles vão divulgar para que encontrem meus pais biológicos”. A rádio não foi especificada por ela.

O texto abaixo está no Facebook dela.

“Meu nome é Andréa de Vasconcellos Barbosa, tenho 39 anos, moro no Rio de Janeiro.
Gostaria de pedir a ajuda de todos e peço que leiam com atenção a minha história.
No dia 04 de junho de 1975, meus pais biológicos, por não terem condições de me criar, decidiram me dar a um casal, cujo os nomes eram Yolanda de Vasconcellos Barbosa e Joaquim Barbosa Filho, ambos moradores do Rio.
Porém este mesmo casal nunca me contou que eu era adotada e pediu que todos da família guardassem esse segredo.
Foi quando eles faleceram e quando eu completei 31 anos e já muito desconfiada que não era filha de sangue deles, exigi que meus irmãos me contassem a verdade e assim o fizeram.
Levei um baque, mas fui à busca de respostas a todas as minhas dúvidas.
Gostaria de deixar bem claro, que amo muito meus pais adotivos, pois foram eles que me acolheram e me deram muito amor e cuidaram de mim como se fosse filha deles de sangue e amo muito meus irmãos que me amaram como se fosse irmã de sangue deles também.
Sou grata por este ato de amor pro resto de minha vida.
Em minha busca tive algumas respostas de apenas dois parentes de meus pais biológicos que consegui encontrar e que não sabiam quase nada sobre eles.
O que consegui obter foi muito pouca informação, e que meus pais biológicos foram embora para CAMPINA GRANDE para a casa de uma tia de meu pai chamada dona Severina que trabalhava com malharia.
E que o nome do meu pai era PEDRO PINHEIRO, de minha mãe era VANDA e de meus irmãos biológicos eram RAIMUNDO e VALÉRIA.
Acredito que ambos deviam ter o mesmo sobre nome PINHEIRO do meu pai.
Peço a todos, por favor, que me ajudem divulgando e compartilhando o máximo que vocês puderem, para chegar até meus pais e irmãos biológicos.
Agradeço a todos que tiveram compaixão e leram a mensagem até o fim.
Que DEUS abençoe a vida de cada um de vocês.
Obrigada!”

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