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terça-feira, 16 de junho de 2015

MORRE NO TRAUMA ALBERGADO BALEADO EM CAMPINA GRANDE; CRIME FOI PASSIONAL, DIZ POLÍCIA. SUSPEITOS JÁ FORAM IDENTIFICADOS

("Golão": vítima de crime passional)
O albergado José dos Santos Baraúna, de 27 anos, “o golão”, que foi baleado na tarde desta segunda-feira (15/06) por dois homens numa moto de cor preta, morreu pouco tempo depois de dar entrada no Hospital de Trauma em Campina Grande.
O crime aconteceu em uma das ruas do Bairro Tambor.
O tiro atingiu o peito esquerdo do rapaz que no trajeto entre o Tambor e hospital estava consciente chegando a conversar com um policial militar.
A delegada Tatiana Barros, que investiga o caso, disse que o crime foi passional e os dois suspeitos já foram identificados.
“Golão” estava se relacionando com uma jovem de 19 anos.
O acusado de matá-lo é justamente o ex-companheiro dela.
Tatiana Barros concedeu entrevista ao renatodiniz.com e a Patrulha da Cidade/TVBorborema.
Delegada o que motivou este homicídio?
“Esse crime tem uma forte vertente de crime passional, tendo em vista às declarações que foram tomadas, durante a madrugada desta terça-feira (16), das pessoas que presenciaram o fato ocorrido na tarde da segunda. O golão foi executado com um tiro por causa de ciúme do ex-companheiro de Dayana, identificado como Kleber”.
Que são os envolvidos (suspeitos) neste caso?
“Segundo as testemunhas do caso, o Ewerton Alves era o condutor da moto e o primeiro que apareceu na casa pedindo silêncio a uma das testemunhas fazendo gesto com o dedo indicador em riste, colocando na boca para que ela ficasse em silêncio; e o Kleber Pereira, conhecido por boca ou Júnior, é o ex-companheiro da Dayana e foi quem efetuou um disparo. O Kleber já havia, depois da separação, ameaçado a Dayane. Ele fez, inclusive, ligações para as amigas da Dayana, dizendo que quem andasse com ela iria morrer”.
“Golão” foi socorrido para o Trauma, mas é sabido que ele conversou com um policial militar sobre o ocorrido. Qual foi o teor dessa conversa?
“A vítima foi abordada por um policial militar (o cabo Olinto) e no intuito de despistar, comentou que havia ido ao local buscar seus filhos na escola (o que não é verdadeiro); e que havia sido vítima de um assalto (que também não é verdadeiro). Na verdade nós acreditamos que golão estava querendo desvirtuar as nossas investigações, até mesmo com uma possível represália aos seus agressores, caso se recuperasse”. 

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