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quarta-feira, 1 de julho de 2015

ACUSADO DE ASSALTO PODE TER “PASSADO A PERNA NO AMIGO” NA DIVISÃO DE DINHEIRO DE ROUBO; CRIME ACONTECEU EM CORRESPONDENTE BANCÁRIO EM CAMPINA

(As moedas ficaram, mas o "grosso"...)
Um assaltante acusado de praticar um roubo em um correspondente bancário no Bairro Catolé, em Campina Grande, pode ter “passado a perna em um dos companheiros do crime”.
Essa é a conclusão que chegaram as polícias civil, militar e principalmente um dos envolvidos que foi preso.
O roubo, realizado por três homens, aconteceu na manhã desta terça-feira (30/06) na Avenida Vigário Calixto.
O CASO
Um funcionário foi rendido quando abria o estabelecimento.
Do local foram levados um computador, um Honda Biz (encontrada minutos depois nas proximidades do crime) e dinheiro.
Inicialmente foi informado que o valor roubado teria sido de aproximadamente “300,00 reais” em moedas.
Os policiais da Força Tática (2ºBPM) foram acionados e tiveram acesso às imagens de câmeras de segurança.
A partir daí localizaram um carro que deu fuga aos acusados e prenderam o condutor.
O suspeito confirmou a participação no caso.
Na Central de Polícia ele confessou participação.
Lá ficou sabendo que na verdade um parceiro dele tinha levado “7.000,00 reais” do cofre do estabelecimento e não apenas moedas recuperadas pela polícia militar.
O delegado Danilo Orengo da Roubos e Furtos em Campina Grande, ficou encarregado de lavrar o flagrante.
“Na nossa presença ele confessou participação no roubo, confessou ainda que tudo foi tramado um dia antes, porém só na nossa delegacia ele ficou sabendo que o dinheiro levado não se resumia às moedas recuperadas e cédulas roubadas de um cliente (cerca de ‘500,00 reais’)”.
Danilo contou na Patrulha da Cidade/TV Borborema/SBT que o acusado só ficou sabendo que aproximadamente “7.000.00 reais” havia sido roubados no momento em que era ouvido em depoimento.
“O acusado que foi preso ficou no carro e os outros dois se encarregaram de entrar no correspondente bancário. Um deles ficou na porta e o outro entrou. O funcionário foi rendido, abriu o cofre de onde foi subtraída a quantia de ‘7.000,00 reais’ em cédulas. Esse valor foi colocado nos bolsos e só as moedas apareceram”.
Orengo solicitou a preventiva dos dois envolvidos que conseguiram fugir, pois foram identificados.  

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