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sexta-feira, 3 de julho de 2015

HOMICÍDIOS NA NOITE FRIA DE CAMPINA GRANDE E REMÍGIO; EM SOLEDADE E AREIA HOMENS FORAM FERIDOS

(Claudinaldo: morto em Campina)
Às 21h00 desta quinta-feira (02/07) o açougueiro Claudinaldo Ferreira Lacerda, de 46 anos, foi assassinado com quatro tiros de revólver.
O crime aconteceu na Rua Freira Francisca Gusmão, no Conjunto Severino Cabral/Bodocongó, em Campina Grande.
De acordo com relatório da polícia militar, familiares informaram que Claudinaldo já vinha recebendo ameaças e respondia a um processo por tentativa de homicídio.
Foram dois disparos no tórax, um nas costas e outro no ombro.
Ele estava num bar, na companhia de dois amigos.
A autoria ainda é desconhecida.
O delegado Antônio Lopes e sua equipe investigam o caso.
EM REMÍGIO, NO AGRESTE

Às 19h00, na Rua Pedro Gonçalves de Lima, próximo ao mercado público de Remígio, no Agreste, o ex-presidiário Oziel Honório, de 26 anos, conhecido como “cabeção”, foi assassinado com dois tiros (um nas costas e outro na nuca), segundo a polícia militar.
No local “ninguém viu nada, ninguém sabe de nada”.
EM SOLEDADE: VENDEDOR AMBULANTE VÍTIMA DE TENTATIVA DE MORTE
Odacy da Silva Lima, 33 anos, vendedor ambulante, foi atingido com um tiro no rosto e um no tórax.
O crime aconteceu em frente a casa dele, na Rua Diolinda Lira Mendonça, Bairro Santa Tereza, em Soledade, no Agreste, por volta das 16h45, também desta quinta-feira.
Ocupantes de um Fiat Uno de cor branca, sendo os vidros com revestimento fumê, cometeram o delito, disseram testemunhas.
O SAMU socorreu Odacy para o Hospital de Trauma, em Campina Grande, onde ele permanece em estado grave.
EM AREIA, NO BREJO
Já no final da tarde, no sítio “Jardins”, em Areia, no Brejo, Severino Barbosa de Oliveira, foi baleado com três tiros de revólver na mão e nas pernas.
Além dos disparos, ele estava com várias lesões na cabeça provocadas por coronhadas.
Severino é caseiro de um engenho de cana de açúcar.
A tentativa de morte é atribuída a um homem conhecido por “bacorinho”.
O suspeito disse que iria matar o caseiro, pois a vítima seria informante da polícia.

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