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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

PARE E ESCUTE O "RAP DA VIOLÊNCIA": DOIS JOVENS INOCENTES MORTOS EM CAMPINA, CRIMES ESCLARECIDOS E OS ACUSADOS NA CADEIA

ESCUTE O RAP
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Um rap pode ter ajudado a polícia na elucidação de dois homicídios na Palmeira este ano em Campina Grande.
Os crimes ocorreram em pouco mais de dois meses.
As vítimas foram dois jovens inocentes, de acordo com investigações dos agentes da Divisão de Homicídios comandados pelos delegados Antônio Lopes e Francisco de Assis Silva.
Os quatro envolvidos nestas mortes foram identificados, presos e apreendidos.
Na tarde de 07 de maio Wanderson Costa das Mercês, 21 anos, foi morto com vários tiros dentro da escola estadual Anésio Leão quando estava tomando água num bebedouro ao lado da quadra do estabelecimento.
Dois adolescentes foram apreendidos: um no dia 28 de agosto pela polícia militar e outro no último dia 22 pela polícia civil.
Na madrugada de 12 de julho na Rua Conde do Bonfim, na Palmeira, Victor Artur Gomes de Souza, de 19 anos, foi assassinado com três disparos de revólver, sendo dois na cabeça e um na perna.
Ele morreu na calçada de uma casa.
Um adolescente de 15 anos foi apreendido no dia 10 de agosto e Felipe do Nascimento, de 19, foi preso no último dia 22.
O RAP
Os policiais civis receberam a cópia de um rap em que o intérprete ou “cantor” incita a violência.
Esse rap, de acordo com os investigadores, foi gravado por alguém ainda não identificado, mas que era amigo ou conhecido do Wanderson.
Fica evidente na letra, segundo o delegado Francisco de Assis, que os envolvidos na morte do rapaz dentro da escola Anésio Leão, pagariam com a vida.
No entanto Victor Artur, que não tinha nada a ver com a morte de Wanderson, acabou morto.
O QUE DISSERAM OS DELEGADOS
A equipe de Antônio Lopes, encarregada de investigar a morte de Wanderson, descobriu que o rapaz que trabalhava como pintor, nunca teve problemas com a polícia.
A morte foi banal sem motivo aparente.
Tanto é que os autores, segundo a polícia, não conseguiram explicar os reais motivos.
Dois meses após essa morte, Victor Artur foi assassinado.
A equipe do delegado Francisco de Assis investigou e descobriu que Artur foi vítima de um crime covarde.
Ele apenas era parente de um dos acusados de matar Wanderson e não tinha nenhum envolvimento com delitos.
(Texto tendo como base as entrevistas dos delegados Antônio Lopes e Francisco de Assis durante o processo de investigação; entrevistas veiculadas na TV Borborema)




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