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sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

POLÍCIA PRENDE ACUSADO DE ENVOLVIMENTO NA MORTE DE UMA JOVEM

Policiais da 3ªCIPM cumpriram nesta quinta-feira (24/12) um Mandado de Prisão em desfavor de Ednaldo Pereira da Silva, de 22 anos.
Ele é acusado de envolvimento na morte de Ana Késsia Gomes de Figueiredo, na noite de 21 de abril/2015.
O crime que aconteceu na comunidade "Vila Nova de Pedro Velho", em Aroeiras, no Agreste.
Ela foi morta com um tiro de espingarda no rosto.
Por esse homicídio já se encontra preso Ginaldo Joaquim de Santana, de 31 anos.
Já Ednaldo “recebeu voz de prisão” em uma das enfermarias do Hospital de Trauma em Campina Grande, onde estava internado se recuperando de uma tentativa de homicídio que sofreu no dia 06 de dezembro.
Ele se encontra recolhido na Cadeia Pública de Queimadas.
O HOMICÍDIO
Dois homens numa motocicleta cometeram o crime
Késsia estava numa Lan House, os assassinos chegaram, ordenaram que outras pessoas saíssem e só a vitima permanecesse.
Em seguida ouviu-se um disparo e os suspeitos deixaram o local. 
O crime ainda foi presenciado por uma adolescente de 16 anos e pelo proprietário do estabelecimento, de 68.
Na manhã de 30 de abril policiais do Núcleo de Homicídios de Queimadas, prenderam em Aroeiras, Ginaldo Joaquim de Santana, de 31 anos.
O rapaz negou o crime.
Ginaldo foi preso mediante um Mandado de Prisão Preventiva.
Com ele os policiais encontraram um revólver calibre “32”.
Uma testemunha o reconheceu como sendo o autor do disparo.
O MOTIVO DA MORTE DE KÉSSIA
No dia 08 de abril um adolescente de 16 anos, apareceu enforcado num árvore e Késsia, além de uma adolescente foram as últimas pessoas que estiveram com ele.
Ficou constatado que foi suicídio, porém um boato se espalhou  na comunidade dando conta de que o enforcamento poderia ter sido forjado.
A TENTATIVA DE HOMICÍDIO CONTRA EDNALDO
Um homem conhecido como “Mauro” é acusado de tentar matar a tiros Ednaldo no dia 06 de dezembro na comunidade “Pedro Velho”, em Aroeiras.
O disparo atingiu o rosto (um dos olhos) de Ednaldo.
Desde o dia da tentativa de morte contra ele que a polícia militar tinha o “controle” da situação.
Sabia do Mandado de Prisão e da situação clínica dele.
O motivo da tentativa de homicídio não foi informado.

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