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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

MORTE DE EMPRESÁRIO FOI MOTIVADA POR DÍVIDA, DIZ POLÍCIA

(Cláudio Cavalcanti)
O assassinato do empresário Cláudio Cavalcanti de Arruda Filho, no bairro do Rangel, em João Pessoa, na segunda-feira (25/01), foi motivado por uma dívida de "11.000,00 reais", de acordo com os delegados Pedro Ivo e Luiz Cotrim, que comandaram as investigações e divulgaram a informação durante uma coletiva nesta terça-feira (26). 
O suspeito de ser mandante do crime é o dono de uma loja de bicicletas, onde o crime ocorreu.
"Esses '11 mil' vinham sendo pagos com produtos da loja (do suspeito de ser mandante) e Cláudio já tinha adquirido duas bicicletas elétricas e duas Mountain Bikes, restando "3.000,00 reais" a serem pagos pelo mentor do crime. Como as cobranças começaram a se intensificar, ele resolveu contratar uma pessoa e atrair Cláudio Arruda para a sua loja, onde a vítima foi assassinada”, revelou o delegado Pedro Ivo.
Ainda segundo a polícia, o suspeito de atirar contra o empresário confessou o crime e disse que foi contratado pelo dono da loja de bicicletas para praticar o crime. 

Apesar disso, o suposto mentor do crime nega a acusação. 
Além deles, outros dois homens foram detidos por serem suspeitos de guardarem a arma de do crime.
O empresário, que trabalhava como corretor de imóveis e também realizava empréstimos, foi morto na dentro de uma oficina de bicicletas no bairro do Rangel. 
De acordo com a Polícia Militar, dois homens em uma motocicleta chegaram ao estabelecimento, um deles, armado, mandou que as pessoas se afastassem e atirou várias vezes contra a vítima. 
Segundo a Polícia Civil, sete tiros atingiram o corretor no tórax, que morreu no local.
O proprietário do estabelecimento onde ocorreu o homicídio, que se identificou apenas como Moisés, disse logo depois do crime, ainda na segunda-feira, que estava com a vítima no momento do homicídio. 
"Ele era meu cliente. Eu ia pegar um guarda-roupa com meu irmão na caminhonete dele. Dois elementos numa moto atiraram nele. Eu pensei que iam atirar em mim também. Foi um susto!", contou Moisés antes de passar a ser apontado pela polícia como suspeito de ser mandante do crime.
Segundo o delegado Pedro Ivo, que acompanha o caso, os suspeitos não levaram nada da vítima, que estava com sua carteira no bolso, inclusive com dinheiro, que foi entregue à família. 
"Ele trabalhava há um certo tempo com esta prática de empréstimo de valores pra pessoas. Era uma pessoa de temperamento forte, mas que, segundo os familiares, era muito bem quisto e não tinha inimigos", disse.
Com a conclusão das investigações, o suspeito de atirar contra a vítima será indiciado por homicídio e tráfico de drogas, já que foi encontrado com entorpecentes. 
O dono da loja será indiciado por homicídio, como mandante do crime.
(g1pb)

2 comentários:

  1. QUEM COME MUITO, SE ENTALA... POR ISSO RATO MORRE COMENDO VENENO!!!

    ... A FORMA DE COBRANÇA JÁ TEM MUITOS FINS ASSIM...

    ResponderExcluir
  2. QUEM COME MUITO, SE ENTALA... POR ISSO RATO MORRE COMENDO VENENO!!!

    ... A FORMA DE COBRANÇA JÁ TEM MUITOS FINS ASSIM...

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