segunda-feira, 21 de agosto de 2017

COMARCA DE BOQUEIRÃO ATINGE METAS 2 E 6 DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. ENTENDA

A Vara Única da Comarca de Boqueirão* atingiu as Metas 2 e 6 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
As informações foram prestadas pelo juiz substituto da unidade judiciária, Mathews Francisco Rodrigues de Souza do Amaral.

Segundo o magistrado, ao assumir a Vara, em fevereiro de 2017, a Comarca tinha um percentual de 61,6% de conclusão referente à Meta 2 do CNJ, remanescendo um total de 400 processos a serem julgados.
Traçamos como estratégia a priorização dos processos relacionados às Metas 2, 4 e 6 e, diante do abrupto volume de processos a serem julgados da Meta 2, conferimos especial atenção a eles. O resultado desse esforço concentrado foi o atingimento das Metas 2 e 6, ainda no mês de agosto”, afirmou o juiz Mathews Francisco Rodrigues.
O magistrado ainda elogiou o esforço dos servidores e estagiários: 
A conclusão desse trabalho só foi possível graças ao empenho e dedicação dos servidores e estagiários da Vara Única da Comarca de Boqueirão”, afirmou.
A Meta 2 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estabelece que sejam identificados e julgados os processos mais antigos de cada unidade judiciária, sendo 80% dos processos distribuídos até 31/12/2013 no 1º grau, 80% dos processos distribuídos até 31/12/2014 no 2º grau, e 100% dos processos distribuídos até 31/12/2014 nos Juizados Especiais e Turmas Recursais.
Já a Meta 6 do CNJ visa priorizar o julgamento das ações coletivas.
Nesse sentido, julgar até 31 de dezembro de 2017, 60% das ações coletivas distribuídas até 31 de dezembro de 2014 no 1º grau, e 80% das ações coletivas distribuídas até 31 de dezembro de 2015 no 2º grau.
*Compõem a respectiva Vara os servidores Maria de Lourdes Faria Silva, Maria Goretti Moreira da Costa, Rodolfo Deodato da Silva, Kaline Barbosa do Carmo Gomes, Tagus Ferreira Arruda; e os estagiários Ester Ferreira Monteiro, Pedro Heitor Apolinário Florindo, Paulo da Mata Monteiro, Danilo Ilton de Sousa, Radcléia Macedo Sousa e Paulo Henrique Mota Leal.
(Por Tatiana de Morais)

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