terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

ACUSADO DE ESTUPRO "APANHA" DE PRESOS DENTRO DE PRESIDÍRIO

Sandro Vieira da Silva, 43 anos, que foi preso na semana passada pela polícia civil acusado de uso de documento falso, falsidade ideológica e abuso sexual contra adolescentes que sonhavam em ser jogador profissional de futebol, foi espancado por um grupo de presos no Presídio Padrão de Campina Grande.

A “surra” aconteceu menos de 48 horas após ter sido levado para o Presídio.
A agressão aconteceu dentro de uma das celas, momentos antes do banho do banho de  sol.
Sandro estava em uma cela com mais 59 detentos.
O espaço tem cerca de 50 metros quadrados e é destinado a todos os presos que tem problemas de convivência ou respondem por crimes sexuais.
Ele teve ferimentos leves, foi levado para o Hospital de Trauma e atualmente está na enfermaria.
Os detentos suspeitos da agressão serão transferidos.
Sandro foi preso em flagrante por policiais da Delegacia de Crimes contra a Infância e Juventude.
Ele cumpria pena por estupro no regime semiaberto, no Monte Santo.
A PRISÃO
Sandro Vieira da Silva se apresentava como treinador de futebol e chegou a criar uma empresa denominada Grupo Sandro Silva, utilizando CNPJ falso, fazia uso de identidade falsa em nome de Sandro Brasil Vieira desde o ano de 2009 quando foi preso pela prática de crime de estupro de vulnerável contra 04 menores de idade”, informou o delegado seccional Henry Fábio
Em 2015 Sandro passou a cumprir a pena no regime semiaberto, se recolhendo a noite no presídio no Presídio Monte Santo, e durante o dia voltou a exercer a mesma atividade de treinador de futebol.
Este ano, prossegue Henry Fábio, “a Delegacia de Crimes Contra a Infância e Juventude passou a receber denúncia de que ele estaria praticando abuso sexual contra adolescente nas mesmas circunstâncias dos fatos ocorridos no ano de 2009”.
SE ESCONDIA POR TRÁS DE ESCOLINHA
Quando foi preso Sandro portava duas identidades.
A PC encontrou na residência dele uma pasta com documentos, procurações assinadas pelos pais dos alunos autorizando as crianças frequentarem a escolinha de futebol, papeis timbrados com marcas da prefeitura de Campina Grande e do Governo do Estado, entre outros.
Em entrevista que concedeu a Patrulha da Cidade/TV Borborema nesta sexta-feira (23/02) Henry Fábio acrescentou que o acusado usava a escolinha como fachada, mas o objetivo era abusar dos meninos com a falsa promessa de colocá-los num grande clube.
Caso houvesse recusa ou algo parecido ele os prejudicaria.
O delegado afirmou também que os próprios familiares denunciaram o acusado.
A PC acredita que novas denúncias devem surgir a partir de agora.
(Redação com Cláudia Gomes/TV Borborema)

Um comentário:

  1. Era pra ter matado esse lixo, já imaginou quantas infâncias esse imundo destruiu?

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