sexta-feira, 23 de março de 2018

CONDENADO A 23 ANOS DE PRISÃO ENVOLVIDO NA MORTE DE CABELEIREIRA EM CAMPINA


Um dos envolvidos na morte da cabeleireira e comerciante Aline Albuquerque da Silva, de 25 anos, na tarde de 21 de dezembro de 2016, foi julgado nesta quinta-feira (22/03) no Fórum Affonso Campos, em Campina Grande.

O réu Max André Barbosa Ferreira, o “teté”, de 23 anos, foi condenado a uma pena de 23 anos de reclusão inicialmente em regime fechado.
O júri foi presidido pelo juiz Horácio Ferreira de Melo Júnior.
O promotor Márcio Gondim representou o ministério público.
O advogado Afonso Vilar atuou na defesa.
O julgamento teve início às 09h00 e se encerrou por volta das 16h00.
Max foi apontado como o “piloto de fuga”.
Ele conduzia a moto que deu fuga ao assassino Rodrigo de Oliveira Sousa.
Numa investigação da Delegacia de Homicídios, ficou constatado que o mandante foi o marido de Aline, Luciano Mota do Nascimento, de 44 anos.
Rodrigo e Luciano estão presos.
Ainda sobre Max, ele não só foi contratado para "pilotar".
Luciano o contratou para matar Aline.
O CRIME
Aline, de 26 anos, foi assassinada com dois tiros de revólver na cabeça na Avenida Juvêncio Arruda, no Bairro Bodocongó em Campina Grande.
O crime ocorreu nas imediações do residencial Dona Lindu I.
Segundo informações obtidas pelo marido dela e confirmadas pela polícia militar, o casal tinha acabado de descer de um carro.
Ela foi abordada por um homem moreno de casaco azul que anunciou um assalto, mas no primeiro momento não apresentou a arma.
O marido disse que a vítima tentou entrar em casa quando o assassino sacou de um revólver, atirou na cabeça dela e depois, mesmo com ela caída, ele se aproximou e efetuou o segundo tiro.
Em seguida o homicida saiu sem levar nada do casal.
A PM constatou que o acusado fugiu numa moto que era conduzida por um comparsa que o esperava próximo ao local do homicídio.
Aline tinha três filhos.
As crianças também presenciaram o crime.
O DESFECHO/A PRISÃO DE LUCIANO
Uma ação integrada da Delegacia de Homicídios de Campina Grande, coordenada pela Delegada Ellen Maria, com a 1ª Divisão de Homicídios Metropolitana Norte de Recife/PE, sob a coordenação do Delegado Salatiel Patrício, resultou na prisão Luciano Mota do Nascimento, de 44 anos de idade.
Ele foi preso em Paulista, na região metropolitana de Recife, no dia 11 de fevereiro de 2017.
Contra Luciano existia um Mandado de Prisão em aberto pela morte encomendada da própria mulher.
Na época o renatodiniz.com entrou em contato com a Delegacia de Homicídios de Campina Grande e foi informado que Luciano confessou o crime durante o depoimento que prestou aos policiais em Paulista.
Ele afirmou que pagou "1.500,00 reais".
A PC descobriu que o crime foi motivado pelo fato de a vítima ter descoberto que o marido estava envolvido em crimes patrimoniais e por isso ele teria mandado matá-la, como forma de “queima de arquivo”.
O crime foi esclarecido numa entrevista coletiva coordenada pela delegada Ellen Maria e pelos delegados Antônio Lopes e Francisco Assis, na manhã 09 de fevereiro do ano passado.
O policial acrescentou que o atirador não anunciou assalto, e sim “cobrou uma suposta dívida".

Um comentário:

  1. Aí, nesse paiszinho lixo, safado, o assassino vai ficar um sexto da pena na cadeia e vai sair pra continuar matando. Leis escritas por bandidos vagabundos e defendendidas por essa escória imunda, sebosa, essa pocilga da justiça brasileira.

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