segunda-feira, 14 de maio de 2018

O FUTEBOL PARAIBANO NA LATA DO LIXO; PRESIDENTE DA FPF É AFASTADO


A polícia civil e o ministério público desnudaram o futebol paraibano.
O jogo é sujo.
É assim.
Ninguém vai para cadeia, desmentem as investigações, as evidências e ignoram o que foi apurado.

Mas é meio complicado ignorar o material coletado pela PC em conjunto com o MP que já toma conta das redes sociais e impressionam os torcedores do futebol “tabajarino”.
São mais de 104 mil conversas interceptadas por meio de 115 números "grampeados" com autorização judicial.
O que se ouve nestas conversas dar para afastar qualquer apaixonado do campo de futebol.
É uma traição para quem paga um ingresso.
Os áudios são esclarecedores, mas ninguém vai querer ser o vilão dessa história.
Nas conversas gravadas “o nome mais citado, e tratado como mais influente no esquema que teria três anos de funcionamento, é Breno Morais, vice-presidente do Botafogo, atual campeão.
Foram ao menos três conversas exibidas onde o mesmo solicita que resultados sejam moldados de acordo com a escolha de árbitros e bandeirinhas do seu interesse”, diz o lance.com.br.
O Lance prossegue: “outro citado é José Renato Soares, ex-presidente da Comissão de Arbitragem da Paraíba, demitido após o início das investigações.
Numa delas é para informar ao assistente Tarcísio José de Sousa que Breno desejava colocá-lo para a partida Nacional de Patos x CSP.
Os visitantes venceram por 2 a 0, resultado esse que foi ao encontro do anseio do dirigente do Botafogo”.
(www.renatodiniz.com)
AMADEU RODRIGUES É AFASTADO DA FPF
Nesta segunda-feira (14/05), o presidente afastado da Federação Paraibana de Futebol (FPF), Amadeu Rodrigues resolveu quebrar o silêncio e afirmou não ter conhecimento do esquema de corrupção e manipulação de resultados no futebol paraibano.
A Comissão de ética da CBF decidiu afastar temporariamente Amadeu da presidência da FPF e vai confirmar o auditor do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Flávio Boson Gambogi, como condutor das atividades da Federação Paraibana até a conclusão das investigações da ‘Operação Cartola’.
(PB Agora)

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