terça-feira, 22 de maio de 2018

PC PRENDE MULHER ACUSADA ENVOLVIMENTO NA MORTE DE JOVEM EM CAMPINA


*Aylla foi assassinada na frente de duas filhas
*Ordem saiu do presídio
*Três pessoas estão presas
A polícia civil concluiu todas as investigações sobre o assassinato da jovem Aylla Duarte Silva, de 19 anos, ocorrido no dia 05 de fevereiro deste ano na Estação Velha, em Campina Grande.

(Aylla Duarte: morte em fevereiro)
O “fechamento” do caso veio com a prisão de uma mulher que para a polícia teve uma participação importante.
Trata-se de Monalisa Maria do Nascimento Pereira.
De acordo com investigações da equipe da delegada Suellane Guimarães, ela informou  (apontou) ao assassino quem era a mulher que deveria ser morta.
A ordem saiu de dentro do presídio.
Monalisa foi presa na semana passada em cumprimento a uma determinação judicial.
Duas pessoas já estavam presas: Genilson de Sousa Silva, “o papada”, de 27 anos, e Jonas Silva.
“Papada” foi preso no dia 18 de fevereiro e Jonas Silva se encontrava trancafiado no Serrotão, acusado de tráfico.
Em entrevista que concedeu a Patrulha da Cidade/TV Borborema a delegada Suelanne exclareceu o caso.
A PARTICIPAÇÃO DE CADA UM, SEGUNDO A PC
*Papada foi o executor.
Ele matou Aylla com três tiros de revólver.
A garota, que usava uma tornozeleira eletrônica, estava sentada em frente a casa onde morava quando “papada” se aproximou e efetuou três disparos.
O crime foi presenciado por duas filhas da vítima.
*Jonas Silva foi o mandante.
De acordo com a PC, Jonas deu ordem para que “papada” executasse o serviço.
O motivo alegado era que Aylla estava sendo “cabueta” (cagueta) da polícia e por isso Jonas ordenou a morte dela.
*Monalisa recebeu ordens de Jonas para indicar a “papada” quem era Aylla já que o assassino não conhecia sua vítima.
Outro detalhe importante revelado pela PC é que a ordem era também para assassinar a mãe da Aylla, porém no momento do crime ela estava dentro da casa.

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