O bloco Zé Pereira estará de volta na avenida para o pré-carnaval 2026, no próximo sábado (31/01) a partir das 17h, com animação de orquestras e trios elétricos, celebrando as manifestações culturais e musicais do frevo, maracatu e caboclinho, ritmos responsáveis por animar os foliões no Campina Folia.
A agremiação mantém viva a tradição do
carnaval de rua com raízes culturais profundas e para esse ano, a diretoria,
através do seu presidente de honra - Antônio Hamilton Fechine, confirmou uma
justa homenagem a um de seus ilustres colaboradores, o artista campinense “Luiz
de Holanda Cavalcanti”, o saudoso Palhaço Carrapeta que marcou gerações em
Campina Grande como um dos personagens mais marcantes para a criançada
campinense.
O ícone da Cultura - “Ô pelêga-pêga-pêga,
eu peguei no pé da nega/ Benedito Bacurau, tá no osso, tá no pau/ o teu pai
toca pife e tua mãe o berimbau! Pompeu, Pompeu tua mãe morreu...”.
Essa, dentre outras famosas músicas, fez
de Luiz Holanda um ícone em se tratando da cultura infantil paraibana no final
da década de 1970 e início dos anos 80.
Também era compositor de jingles
políticos, músicas para campanhas de vacinação, e marchas carnavalescas.
Uma de suas composições mais conhecidas
está a música do Zé Pereira, eternizada na voz de Henrique do Vale, então
cantor oficial do bloco.
“Campina Grande parou, parou, parou para a
brincadeira. Campina parou e para, para ver o Zé Pereira...”.
Em 03 de março de 1980, Luiz de Holanda
Cavalcanti, deu vida ao Clube do Palhaço Carrapeta, exibido pela Tv Borborema,
então afiliada da Tv Tupi.
O programa era exibido “nas janelas” da
programação, entre filmes e atrações, sem duração fixa.
O sucesso foi tamanho que Carrapeta passou
a ser tratado como celebridade local.
Mesmo após o fim do programa na televisão,
Carrapeta continuou animando festas e eventos infantis, mantendo viva sua
relação com o público.
No entanto, a vida pessoal foi marcada por
desafios: Luiz era soropositivo e conviveu por 14 anos com o HIV.
Sempre ativo e lúcido, só se afastou do
trabalho quando a saúde começou a se deteriorar.
Faleceu aos 55 anos, deixando um legado
artístico e cultural que permanece vivo na memória de quem o conheceu.
Desfile - A agremiação já está em contagem
regressiva para mais uma edição na avenida, e o desfile terá a mesma pompa dos
anos anteriores, e não vai faltar a alegria, gente bonita, e a turma do moído
do velho Miúra - já que mantendo a tradição, em 2026 o bloco Zé Pereira terá
sua concentração no mesmo local de sempre, na Estação Velha.
A camiseta de acesso para o desfile do Zé
Pereira já está disponível para aquisição, em quatro pontos de vendas: Banca da
Suane, na Praça da Bandeira / Bar do Genival, na Rua Venâncio Neiva / Bar do
Anacleto, na Rua Getúlio Vargas, e em Bega Rações - na Zona Leste.
O valor do Ingresso Social está custando
R$ 60.00 + 1 kg de alimento não perecível.
Para informações adicionais e ficar por
dentro de todas as novidades do bloco para 2026, os foliões podem acessar e
interagir através do Instagram oficial no endereço @zepereiracg.
(Assessoria de Imprensa)

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