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sábado, 31 de outubro de 2015

COVARDIA, BRUTALIDADE E MEDO: BANDO DO BACURIM É ACUSADO DE INVADIR SÍTIO E MATAR AGRICULTOR DE 73 ANOS

Um crime brutal, covarde e impiedoso aconteceu por volta das 05h30 deste sábado (31/10) no sítio “Cipó” (Engenho Cipó), em Areia, no Brejo paraibano.
O agricultor aposentado Wilson Florêncio dos Santos, de 73 anos, foi morto por espancamento e ainda sofreu disparos de arma de fogo nas pernas.
Um jovem de 21 anos, vizinho dele, foi ferido a tiros e encontra-se internado no Trauma em Campina Grande.
A assessoria de comunicação do hospital informou, às 17h13, que o estado de saúde dele é grave.
Os acusados são "bacurim" e sua quadrilha.

Eles chegaram em duas motocicletas e num carro de cor verde.
As polícias civil e militar conseguiram apurar que "bacurim", Apolinário, Josenildo, além de outros invadiram a propriedade como forma de represália, pois segundo os acusados a família estaria denunciando a ação do bando.
O aposentado acabou baleado com três disparos na perna e em seguida foi espancado violentamente na cabeça.
Outra versão é de que "bacurim" primeiro espancou e depois atirou.
A polícia militar registrou em boletim que a família da vítima foi ameaçada de ser totalmente eliminada, caso qualquer guarnição comparecesse ao local.

O clima é de tensão, revolta e medo.
Tão logo foram informados do crime equipes da polícia civil e militar iniciaram a caçada.

3 comentários:

  1. Esse demônio já era pra ter ido há muito tempo pro inferno,mais cedo ou mais chegará a hora desse LIXO e dos outros LIXOS também!

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  2. Já deveria ter sido determinado um delegado específico para solucionar o caso.

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  3. Meu amigo a nossa Paraíba está tomada por bandidos, com destaque para a região do brejo,onde agricultores estão abandonando suas propriedades com medo da violência...
    Era pra alguns empresários se juntar e mandar acabar com esses vermes.
    Temos que fazer alguma coisa,não pode continuar do jeito que ta, a violência ta avançando cada vez mais e as autoridades não fazem seu papel de defender o cidadão de bem.
    Vamo acordar minha gente.
    Você pode ser a próxima vítima.

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