O cabo Wellington Silva, policial da CPTran em Campina Grande, reagiu a uma tentativa de assalto por volta das 12h50 desta
segunda-feira (16/02), próximo ao IFPB, no Dinamérica, e baleou dois acusados, durante troca de tiros.
O albergado e mototaxista clandestino Rafael
Antônio Nogueira de Queiróz foi ferido com um tiro na perna; e um infrator, de 16 anos, acabou atingido com
um tiro na cabeça e um no peito.
(Atualizada) Às 09h40 desta terça-feira (16/02) dois
bandidos entraram numa loja de ferragens na Avenida Assis Chateaubriand, no
Bairro Liberdade, em Campina Grande e assaltaram a proprietária.
Eles estavam numa moto Titan de cor
vermelha e ao render a vítima foram perguntando por “um dinheiro” que ela havia
recebido.
A mulher informou que não estava com o referido
dinheiro.
O Paraíba em QAP faz um ‘apelo’
aos profissionais de segurança pública e privada que leem este artigo: se
alguém vos disser que “ser assassinado em razão da profissão é um risco
inerente ao ofício”, refutem.
Um estabelecimento comercial na Avenida Assis
Chateaubriand, Bairro Liberdade, em Campina Grande, foi assaltado na tarde
desta segunda-feira (15/02) por dois ladrões armados com um revólver e uma
espingarda caseira.
A loja trabalha com estruturas de aço.
A dupla roubou “2.200,00 reais”, dois
celulares e fugiu numa moto para o Distrito dos Mecânicos.
Os mais de 4 mil eleitores de Montadas
já começam a se perguntar “quem será o vice de quem” no pleito de outubro.
Duas certezas: Jairo Herculano (PSB) é
candidatíssimo a reeleição e Jonas de Souza (PSD) é pré candidatíssimo a sucessão
do atual prefeito.
Mais duas certezas: a cobiçadíssima vaga
de vice na “chapa” de Jairo está em aberto e Jonas já declarou que o vice dele
não vai sair da família Veríssimo.
Por João Thiago Tambaú 247 Adriana Melo é médica de gestações de
alto risco na maternidade pública de Campina Grande (Isea). Não é pouca coisa, mas ela se destacou por
outro motivo: foi a primeira a apresentar provas da relação entre o vírus
da zika e os crescentes casos de microcefalia na região, em novembro de 2015.
Adriana levou um dia para achar uma
solução para o enigma que intrigava as autoridades de saúde do Nordeste desde
agosto, mas demorou quase dois meses para que conseguisse colocar em prática
sua ideia.