quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

PM PRENDE ACUSADO DE HOMICÍDIOS EM CAMPINA; ELE AINDA É SUSPEITO DE ENVOLVIMENTO NA MORTE DE UMA MULHER NO PEDREGAL

Cleosvaldo Gonçalves Araújo, o “buiu”, de 24 anos, morador da Rua Maria Aparecida Carneiro, no Pedregal, em Campina Grande, foi preso por policiais da ROTAM 2ºBPM, após investigação do Serviço de Inteligência (DRI1).
Contra ele foram cumpridos dois Mandados de Prisão por homicídios, além disso, ele é um dos suspeitos da morte de Amanda Regina Alves de Brito, no último sábado (19/12).
Ela foi morta a tiros.
Cleosvaldo negou o envolvimento dele.
Caberia ao acusado à função de executar os desafetos do grupo “peixeiros” do Pedregal.
“Buiu” é investigado em crimes de morte pelas equipes do delegado Antônio Lopes, Maíra Roberta e Tatiana Barros.
OS CRIMES
José Neygston Silvino Costa, 31 anos: morto a tiros e decapitado.
O corpo dele foi encontrado por volta de 12h40 da terça-feira (16/06), dentro de um canal entre os Bairros Pedregal e Bodocongó.
A cabeça estava dentro de um saco.
Outro acusado desse crime, identificado como “reizinho”, já havia sido preso;
Djanilson Medeiros Santos, carroceiro, 36 anos, morto com dois tiros (um na cabeça e outra na perna) no domingo (30/08), às 23h00, em um Beco da Rua Santa Bárbara, no Pedregal;
O vendedor de roupas Ozanildo Basílio do Nascimento, 45 anos, assassinado na tarde da quarta-feira (18/11) na Rua Santa Bárbara (ao lado do muro da Embrapa), no Pedregal, em Campina Grande.
Ele caminhava pela rua quando um homem se aproximou e abriu fogo.
Foram dois disparos (um no olho e outro no pescoço).
Ozanildo era natural do Rio Grande do Norte, mas havia algum tempo morava em Campina Grande;
Noite do sábado (19/12) Amanda Regina Alves, 21 anos, ex-presidiária, que morava na Rua Nossa Senhora das Dores, foi morta com vários tiros de revólver (um na cabeça, um no olho e pescoço).
Dois homens praticaram o crime.
Amanda era uma das principais testemunhas de uma chacina que envolveu um grupo de criminosos no Pedregal.
Informações obtidas pelas polícias militar e civil dão conta de  que “os peixeiros” mataram a mulher que estava conversando muito.

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