quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

PC PRENDE MULHER ACUSADA DE MATAR O MARIDO QUEIMADO COM ACETONA

(Tércio: morte em 1º de novembro)
*Caso ocorreu em outubro
A Delegacia de Homicídios de Campina Grande deu cumprimento na manhã desta quinta-feira (26/12), ao Mandado de Prisão Preventiva contra uma mulher acusada de jogar acetona no marido e depois atear fogo.
A acusada é Thaisy de Assis Montenegro.
A vítima foi Tércio de Andrade Ferreira.
O caso ocorreu na madrugada de 21 de outubro e Tércio morreu em 1º de novembro
Thaisy confessou o crime e afirmou estar disposta a ser responsabilizada pelos seus atos, conforme comunicado da PC.
ENTENDA O CASO; O QUE DISSE A ACUSADA EM NOVEMBRO
Tércio Andrade Ferreira morreu na manhã da sexta-feira, 1º de novembro, no Hospital de Trauma em Campina Grande.
Ele estava internado desde a madrugada de 21 de outubro.
A mulher dele confessou que, durante uma crise de ciúme, jogou acetona nele e ateou fogo, mas não tinha intenção de matá-lo, conforme depoimento que prestou à delegada Nercília Dantas, na Delegacia de Homicídios de Campina Grande na tarde da sexta (1º/11).
Antes, familiares de Tércio, também na sexta, compareceram à DH e registram um boletim de ocorrência.
O www.renatodiniz.com entrou em contato com a delegada Nercília Dantas que informou que durante depoimento, a mulher, acompanhada de advogado, afirmou que “realmente não tinha tido a intenção de matar, mas agiu sob efeito de ciúme e de álcool e que tinha pensado inicialmente em dar um susto no marido, pois estava revoltada com traição que teria sofrido e que não sabia que o material que ela estava usando (acetona – produto volátil) era inflamável... Enfim: acabou acontecendo uma coisa que não era a intenção”.
A policial afirmou que ela vai responder pelo crime sim.
Já havia passado o prazo do flagrante e inicialmente ela vai responder em liberdade a não ser que ocorram fatos posteriores que seja necessária uma Prisão Preventiva dela. Neste momento não posso mantê-la presa. Ela manifestou o desejo de ficar presa (‘eu quero pagar pelo o que eu fiz), mas juridicamente neste momento não é possível”.
Ainda de acordo com Nercília Dantas, a mulher se mostrou bastante arrependida, disse que Tércio “era um bom marido, só que eles brigavam muito e brigavam com agressões físicas”.
No depoimento, a mulher afirmou, segundo a delegada, que está temerosa de retaliações da família (de Tércio) e estaria com um braço fraturado, mas com medo não procurou um hospital.
Thayse Montenegro, de 25 anos, também disse que tem medo de perder a guarda das filhas (o casal tinha uma filha uma filha, mas criava uma enteada).
Nesta sexta, as manifestações dos amigos tomaram conta das redes sociais.
O casal morava nas Malvinas.
Desde que o caso chegou ao conhecimento da imprensa, na manhã de 21 de outubro, a versão apresentada era de que teria ocorrido um acidente com o rapaz com produto inflamável.
(Por www.renatodiniz.com)

7 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Claro né, com todos os fatos e provas que opção ela tem? Pagar uma de boazinha e arrependida já que não tem como negar, quem sabe não tem a pena amenizada. Afinal, quem que joga acetona numa pessoa e toca fogo não está com intenção de matar não é mesmo?

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  3. Nojenta,merece ir pro presídio e levar uma correção das coleguinhas

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  4. Fico imaginando a repercussão se fosse o contrario...

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  5. SÓ SE FALA EM FEMINICÍDIO ! E AGORA ? CADÊ AS LEIS PARA DEFENDEREM OS HOMENS ?????

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  6. Pena de morte não ! Mas prisão perpétua sem direito a nada, seria ideal .

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