domingo, 8 de dezembro de 2013

QUIS SER ESPERTO E DANÇOU: COMPROU CELULAR ROUBADO, VENDEU E RECEBEU NOTAS FALSAS


“Malandro é malandro e Mané é Mané”.
A guarnição do soldado Márcio Leandro e o comissário Franklin Basílio, retiraram de circulação três notas falsas de “vinte reais” que estavam circulando no comércio do Remígio, agreste paraibano.
O interessante de tudo isto é que um “sujeito metido a esperto” foi vítima do seu próprio “veneno”.
Ele vendeu um celular por “60 reais” e recebeu de um adolescente, três cédulas falsas de 20 reais.
O “mala” procurou a polícia para denunciar o golpe.
A polícia localizou o adolescente e apreendeu o celular.

No entanto a “vítima do menor” não soube explicar os motivos de não ter a nota fiscal do aparelho que “passou pra frente”.
Desconfiado, o comissário Franklin realizou uma varredura no aparelho e constatou que o celular pertence a uma mulher que mora em Esperança.
Ao entrar em contato com ela, o policial ficou sabendo que o aparelho havia sido roubado.
Resultado: O delegado Lamartine Lacerda (de Remígio) “não abriu mão da caneta” e dos procedimentos legais.
Ele quer saber como um celular roubado foi parar nas mãos do homem que “foi enganado por um menor”.
A vítima, “vírgula”, deve responder por receptação dolosa (aquela em que você adquire um bem sabendo que é roubado).
(Com informações da Sétima Regional)

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