terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

POLÍCIA VAI OUVIR 50 DETENTOS SOBRE CRIME NO SERROTÃO

*Cinco presos foram transferidos para João Pessoa
*Preso que confessou o crime “voltou atrás”
A delegada Suelane Guimarães vai ouvir os depoimentos de 50 detentos que cumprem pena na Penitenciária Raymundo Asfora (Serrotão).

Eles fazem parte do “pavilhão três”, local onde foi morto por espancamento o presidiário Emanoel Messias Ferreira, de 27 anos, na tarde da última sexta-feira (22/02).
A delegada já tinha tomado o depoimento de cinco detentos.
Inicialmente, na penitenciária quando foi ouvido, o apenado Jaílson Felix dos Santos assumiu o crime, porém quando foi ouvido pela delegada Suelane Guimarães, na Central de Polícia, negou qualquer envolvimento.
Cinco presos que estavam no mesmo pavilhão foram transferidos para presídios da capital.
Messias foi assassinado no final da tarde da sexta-feira.
A lei do silêncio entre os presos (uma espécie de pacto) faz com que este caso se torne meio complexo para apontar os autores.
A MORTE
O apenado Emanuel Messias Ferreira da Silva, 27 anos, que cumpria pena por roubo, foi espancado no pavilhão três.
Ele foi socorrido pelos agentes penitenciários para o Hospital de Trauma, mas não resistiu.
O apenado Jailson Félix Ferreira, 31 anos, que cumpre pena por homicídio, afirmou que ele foi o autor das agressões que resultaram na morte do preso
Jailson disse a direção da Penitenciária que  a motivação foi o fato dele ter sido acusado duas vezes injustamente de ter subtraído coisas no pavilhão, quando o autor teria sido o Emanuel Messias.
Na Central de Polícia Jaílson negou o crime e disse que nada mais falaria, pois não sabia de nada.

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