Uma operação da Polícia Federal,
deflagrada na semana passada, revelou um esquema de fraudes em concursos
públicos que funcionava como uma empresa familiar.
O grupo, com base em Patos, no Sertão da
Paraíba, cobrava até “500 mil reais” por vaga e usava tecnologia para burlar os
sistemas de segurança das bancas, incluindo dublês, pontos eletrônicos
implantados cirurgicamente e comunicação em tempo real durante as provas.






